terça-feira, 24 de novembro de 2009

O art déco português

Desenvolvida na primeira metade do século XX, a arquitetura Art Déco, se caracterizou por apresentar um profundo senso de modernidade, ao mesmo tempo em que foi utilizada por uma série de governos autoritários, tanto na Europa quanto na América. No pouco tempo em que se apresentou, teve suas características divididas em três tendências principais, sendo uma delas mais historicista, de linhas retas, buscando referencias nas arquiteturas egípcia, mesopotâmica e pré-colombiana; a segunda mais ligada às influências clássicas e a terceira apresentando linhas arrojadas, próprias da velocidade que o aeroplano e as máquinas em geral imprimiam ao conceito de modernidade que o futuro imediato preconizava.
Portugal não ficou imune a essa influência, tendo sua arquitetura déco conhecida como Arquitetura do Estado Novo, que José Manuel Fernandes considera indicativa apenas de um tempo histórico, sem a devida carga ideológica. O termo é o mesmo utilizado no Brasil, tendo em vista a forma como era designado o governo de Getúlio Vargas.
Bons exemplos dessa arquitetura podem ser encontrados em:

Lisboa: monumento aos descobrimentos;
Porto: Coliseu;
Braga: centro de atendimento ao turista;

Guimarães: Teatro Jordão;


Coimbra: composição de edifícios da Universidade

Entroncamento: posto de controle de tráfego ferroviário.

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