Também para os grandes eventos, foram os cartazes com características déco, elaborados em grande número, sendo a litografia colorida a técnica preferida pelos artistas do período.
Foram selecionados para apresentação quatro trabalhos, dois de 1925 e dois de 1939, sendo os dois últimos para o mesmo evento, sendo elaborados por artistas diferentes.



John Athenton (1900-1952) utiliza cores chapadas como fundo e o símbolo da feira como parte superior do globo, mostrando de forma simbólica, as populações do mundo se dirigindo para Nova Iorque.

Já o trabalho de Albert Staehle (1899-1974), com uma gama maior de cores, mostra o momento festivo de abertura do evento, onde os participantes se destacam, tendo o símbolo da feira ao fundo, sem a importância dada por Athenton.
Nunca é muito lembrar que, apesar da característica déco do material de divulgação dessa feira, foi nela que o Brasil divulgou, em nível internacional a qualidade de sua arquitetura moderna, com o pavilhão projetado por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer.
As imagens aqui apresentadas foram tiradas do livro Art Déco, de Camilla de la Bedoyere (Logos, 2006).
Nunca é muito lembrar que, apesar da característica déco do material de divulgação dessa feira, foi nela que o Brasil divulgou, em nível internacional a qualidade de sua arquitetura moderna, com o pavilhão projetado por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer.
As imagens aqui apresentadas foram tiradas do livro Art Déco, de Camilla de la Bedoyere (Logos, 2006).
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